Empresas do setor de etanol temem recuo nos investimentos com MP

3 05 2011
No setor, há consenso de que qualquer medida regulatória tem como custo o aumento do risco

O presidente da Cosan, Marcos Lutz, disse hoje que espera que a medida anunciada ontem pelo governo, ampliando a banda de mistura de etanol anidro na gasolina de 20% a 25% para 18% a 25%, conserve o fluxo de investimentos necessários para o crescimento do setor. Leia o resto deste post »





Usinas antecipam moagem de cana para evitar falta de etanol

29 03 2011
Segundo entidade do setor, 30 usinas da região Centro-Sul começaram as operações de moagem de cana-de-açúcar

Para ajudar a evitar um eventual desabastecimento de etanol no país, 30 usinas da região Centro-Sul começaram as operações de moagem de cana-de-açúcar, antecipando o início dos trabalhos na safra 2011/2012, informou nesta sexta-feira a União da Indústria de Cana-de-Açúcar.

As 30 usinas são responsáveis por 12% de toda a moagem de cana da região Centro-Sul do país, ou cerca de 65 milhões de toneladas anuais, tendo como base as estimativa para a safra 2010/2011, de 557 milhões de toneladas. Leia o resto deste post »





Raízen planeja comprar mais dez usinas de açúcar e álcool

23 03 2011

Executivos da Shell e da Cosan anunciam no Rio de Janeiro a Raizen, fruto de joint venture entre as duas companhias. Marca Esso será retirada do mercado

A joint venture formada entre a Shell e a Cosan, que passou a operar sob o nome de Raízen, planeja que a metade de seu crescimento venha da aquisição de usinas já existentes. Para isso, a companhia prevê a compra de sete a dez usinas dentro dos próximos quatro anos, contou o presidente da empresa, Vasco Dias.

Atualmente, a Raízen conta com 24 usinas em seu portifólio, já levando em consideração a mais nova aquisição, a Zanin. O plano de expansão prevê que a empresa passe de uma capacidade de moer 60 milhões de toneladas de cana-de-açúcar, para 100 milhões de toneladas dentro de cinco anos. Desses 40 milhões de toneladas, metade virá de novos projetos e da ampliação dos já existentes, e a outra será decorrência de novas aquisições. Leia o resto deste post »





BP compra Companhia Nacional de Açúcar e Álcool por US$680 mi

11 03 2011
O acordo deve aumentar a capacidade produtiva da empresa no Brasil para cerca de 1,4 bilhão de litros de etanol por ano

Atualmente, a BP produz apenas 435 milhões de litros de etanol. A aquisição vai triplicar esse nível

A petrolífera BP vai comprar a produtora brasileira de etanol Companhia Nacional de Açúcar e Álcool (CNAA) por 680 milhões de dólares, ampliando sua presença na indústria de biocombustíveis no país. A operação é considerada a maior já fechada pela área de energias alternativas do grupo britânico.

A BP, que passou os últimos meses reestruturando seu portfólio de ativos enquanto tenta deixar para trás o vazamento de petróleo no Golfo do México, informou nesta sexta-feira que vai comprar uma participação de 83 por cento na CNAA. Leia o resto deste post »





Cargill diz que foco da empresa não está em etanol

20 01 2011

Posição da companhia norte-americana contrasta com a de concorrentes, como a Bunge

O vice-presidente sênior da Cargill, Sergio Rial, afirmou hoje que o interesse da companhia não está no etanol e que não vê tanto valor na commodity como outras empresas e investidores. “Nós estamos no negócio do etanol no Brasil e nos Estados Unidos. Ele é uma parte do nosso portfólio, não o núcleo. Vemos o etanol apenas como subproduto do nosso negócio em alimentos”, disse Rial, durante café da manhã com analistas e investidores promovido pela Câmara de Comércio Brasil-EUA, no JP Morgan, em Nova York. Leia o resto deste post »





Comissão Europeia aprova joint venture de Shell e Cosan

4 01 2011

Parceria será voltada à produção, distribuição e venda de açúcar e etanol.

A Comissão Europeia deu sinal verde para a criação da joint venture (contrato de parceria para desenvolver um projeto, o que não equivale a uma fusão) entre a anglo-holandesa Shell e a brasileira Cosan voltada à produção, distribuição e venda de açúcar, etanol e produtos relacionados, conforme nota distribuída nesta terça-feira (4).

Após examinar a operação, a comissão concluiu que “a transação não impede significativamente a concorrência efetiva na Área Econômica Europeia ou em parte substancial dela”.

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