Hypermarcas vende Etti e Assolan por R$ 310 milhões

12 12 2011
Marca de molho de tomate foi vendida para multinacional Bunge, enquanto a Química Amparo ficou com a palha de aço
 

Após meses de negociação, a Hypermarcas fechou a venda das empresas Assolan e Etti pelo valor total de R$ 310 milhões. Com essa operação, somada a venda de Assim dois meses atrás (por R$ 140 milhões), a Hypermarcas somou a seu caixa R$ 450 milhões, valor que era previsto pelo mercado.  Leia o resto deste post »





Um ano perdido para a Hypermarcas

31 10 2011
Com vendas e lucro em queda, a Hypermarcas se reestrutura para voltar a crescer — e não frustrar as expectativas dos investidores novamente em 2012

Claudio Bergamo e Luiz Eduardo Violland, da Hypermarcas: com a venda de marcas de produtos de consumo, a área farmacêutica representará 58% das vendas

“Notícia ruim, volte amanhã. notícia boa, a qualquer hora.” A mensagem está pregada na porta da sala de Claudio Bergamo, diretor-presidente da Hypermarcas, uma das maiores empresas de consumo de capital nacional. Por muito tempo, Bergamo não precisou se preocupar com a primeira parte da mensagem.

Na Hypermarcas, pouca gente tinha motivos para levar-lhe notícias ruins. Com uma série de 19 aquisições desde sua estreia na bolsa, em abril de 2008, a empresa cresceu num ritmo de até 60% por ano e faturou 3,1 bilhões de reais em 2010. As boas notícias pareciam chegar a toda hora.

Agora, com dificuldades em fazer um emaranhado de marcas de setores como alimentos, remédios e produtos de limpeza funcionar de maneira eficiente, a Hypermarcas vive um momento bem diferente — com resultados em queda.

No primeiro semestre, o lucro líquido foi de 86,5 milhões de reais, 13,6% menos em relação ao mesmo período do ano passado. Segundo analistas, os dados do terceiro trimestre esperados para o dia 7 de novembro não são melhores.

As vendas devem cair até 4,4%, sem contar o efeito de aquisições. O prejuízo anual, resultante do impacto da valorização do dólar na dívida, deve chegar a 100 milhões de reais. O Goldman Sachs prevê crescimento zero — isso mesmo, zero — para 2011, no cálculo sem o efeito das aquisições. Leia o resto deste post »





Por que a Hypermarcas pode ser mais forte em remédios e higiene pessoal

24 10 2011

Companhia terá a seu favor clientes mais pulverizados, ao focar nestes dois segmentos e menos em outros mercados

A Hypermarcas acertou, neste sábado, a venda das marcas Assim e Mat Inset para a Flora, controlada pelos donos do JBS. Trata-se de mais um passo na reestruturação do portfólio da Hypermarcas, que nasceu em 2002 com a intenção de ser a “Unilever brasileira”, em alusão à gigante anglo-holandesa de bens de consumo.
Leia o resto deste post »





Hypermarcas tem novo presidente na divisão Farma

7 10 2011

A Hypermarcas informou essa semana a contratação de Luiz Eduardo Violland para ocupar o cargo de presidente da divisão Farma da Hypermarcas.

Violland é formado em economia e administração, com MBA em finanças pela Universidade Federal do Rio de Janeiro e em Negócios Internacionais/Marketing pela The George Washington University.  Leia o resto deste post »





Hypermarcas capta US$ 750 milhões em bônus no exterior

15 04 2011
Segundo empresa, preço de emissão foi de 98,2% do valor de face dos títulos

A Hypermarcas informa que precificou sua oferta de títulos de dívida (bônus) no mercado internacional, junto a investidores institucionais estrangeiros. Segundo a empresa, o preço de emissão foi de 98,203% do valor de face dos títulos, totalizando o montante de US$ 750 milhões. Os bônus têm vencimento em 20 de abril de 2021 e foram emitidos com juros de 6,500% ao ano, pagos semestralmente a partir de 20 de outubro de 2011.

Os bônus receberam classificação de Ba2 pela Moody’s Investors Services, BB pela Fitch Ratings e BB- pela Standard & Poors Rating Services.

De acordo com a Hypermarcas, os recursos decorrentes desta captação deverão ser utilizados principalmente na amortização de parte do endividamento da companhia.

Fonte: Estado de S. Paulo





A alquimia da Hypermarcas

27 12 2010

Com a compra do laboratório Mantecorp, a companhia se tornou a número 1 da indústria farmacêutica nacional. Só neste ano, as aquisições somaram R$ 4 bilhões. A questão é: até onde vai o seu apetite?

Se os palpites valessem dinheiro, os principais executivos da indústria farmacêutica estariam um pouco mais pobres. Primeiro apostaram que a americana Pfizer compraria a goiana Neo Química.

Até a Hypermarcas entrar no jogo, desembolsar R$ 1,3 bilhão e fechar negócio. Exatamente um ano depois, as fichas foram colocadas no laboratório Aché como possível comprador do laboratório Mantecorp, dono de um faturamento de R$ 572 milhões e de marcas estreladas como Coristina e Episol.

"Tem pelo menos umas dez empresas que eu olho com carinho e quero comprar" Cláudio Bergamo, presidente da Hypermarcas

Leia o resto deste post »





Compra da Mantecorp reduzirá custos em R$ 245 mi, diz Hypermarcas

20 12 2010

Cláudio Bergamo - Presidente da Hypermarcas

Após várias aquisições, presidente da empresa, Cláudio Bergamo, afirma que companhia passará agora por fase de “digestão”.

O diretor-presidente da Hypermarcas, Cláudio Bergamo, disse hoje que a compra do laboratório Mantecorp levará a companhia a uma posição de destaque no ramo farmacêutico do Brasil. Ele ressaltou que a Mantecorp deve atingir em 2010 um faturamento líquido da ordem de R$ 560 milhões e um lucro bruto de R$ 375 milhões, com boa parte do negócio voltado para o mercado de produtos com prescrição médica.

A Hypermarcas também deve reforçar a atuação com produtos de balcão, com forte apelo de vendas, além do mercado de genéricos e dermocosméticos. Outro objetivo da companhia, segundo Bergamo, é viabilizar o lançamento de 100 a 150 produtos nos próximos dois anos. “A empresa possui inúmeras marcas de destaque no mercado que são bastante complementares ao portfólio de negócios da Hypermarcas. Isso vai possibilitar que a empresa se fortaleça”, afirmou durante teleconferência. Bergamo afirmou que, em 2011, buscará uma gestão independente, com o foco de integração de diferentes oportunidades. Leia o resto deste post »





Hypermarcas paga R$ 2,5 bi e leva a Mantecorp

20 12 2010

Acordo fechado ontem encerra processo de venda que começou há quase dois anos e deve transformar a Hypermarcas em líder em medicamentos.

A Hypermarcas fechou no domingo, 19, a compra da farmacêutica Mantecorp por R$ 2,5 bilhões, segundo o Estado apurou. Do total, R$ 1,6 bilhão será pago em dinheiro e o restante em ações da Hypermarcas que só poderão ser vendidas daqui a seis meses. Com o negócio, a Hypermarcas deve se tornar a maior empresa do setor farmacêutico, com receitas de R$ 2,5 bilhões no segmento e cerca de 800 representantes de vendas para visita médica. Leia o resto deste post »





Hypermarcas conclui compra da Pom Pom por R$ 85 milhões

2 12 2010

A Hypermarcas, fabricante de medicamentos, alimentos e de produtos de higiene e limpeza, concluiu a compra da marca de sabonetes infantis Pom Pom da Colgate Palmolive. O negócio foi fechado por R$ 85 milhões e inclui as plataformas de distribuição e venda, além de direitos de propriedade intelectual, negócios de marketing, estoques, materiais promocionais e fórmulas. Leia o resto deste post »





Hypermarcas conclui compra da Bitufo por R$ 80 milhões

25 11 2010

A Hypermarcas, fabricante de medicamentos, alimentos e de produtos de higiene e limpeza, concluiu a compra das empresas do segmento de higiene bucal IPHC, DPH Distribuidora e Comercial Maripa, que comercializam e distribuem a marca Bitufo. Entre os produtos fabricados estão escovas dentais, fios e fitas dentais, anti-sépticos bucais e cremes dentais. Leia o resto deste post »








Seguir

Obtenha todo post novo entregue na sua caixa de entrada.